1- Roots Radics & Bravo -Leggo De Dub 2- Anthony B – Give Thanks For Live 3- Shabba Ranks –Kushungpeng 4- Ruben Da Silva – Inner Peace and Love 5- Bionic Dub 6- Marcus and the Rebels – King of Kings 7- Niney The Observer - Blessed Are The Men 8- Noisehaper – Fire Fi Me Roots 9- Unknown – Peace Cry 10- Freddy McGregor – How Could You Love 11- Unknown – Chase Them 12- Freddy McGregor – Get Involved 13- Chronic Sonata – Everyday 14- Culture (feat. Bo Jaugles) – Two Seven Clash 15- Bob Marley and Damian Marley – Stand Up Jamrock 16- Damian Marley – Jamrock 17- Horace Andy – Skylark 18- Luciano and Ras Zacharri – River Jordan 19- Stranger Cole & Lester Sterling – Bangaraung 20- Hooligan 21- Dj Spooky – No No No (Remix) 22- Frost & Wagner – Big Disgrace 23- Sharon Jones & The Dap Kings – How Long Do I Have To Wait (Ticklah Remix)
O mundo da música, extenso, rico e generoso, como só pode ser visto a partir de Barcelona por Valeria De Caprio. Cada semana um tema, uma ideia, um lugar na música. Artistas confirmados, novos talentos e comentários peritos .... Fechem os olhos e boa viagem! (em espanhol).
Já velhote - quase com 70 anos! -, o baterista nigeriano Tony Allen teve nesta década o reconhecimento que há muito merecia. Fez parte dos The Good The Bad and The Queen (ao lado de Damon Albarn, de Blur, y del ex-The Clash Paul Simonon), gravou com Sébastien Tellier, os Air e Charlotte Gainsbourg, os gurus da world music não se cansam de dizer que, se não fosse Tony Allen não haveria afro-beat, no que têm toda a razão já que Allen, na verdade, pôs o «beat» onde o seu patrão de muitos anos, Fela Kuti, pôs o «afro». E no seu novo álbum, «Secret Agent», Tony Allen deturpa uma das regras sagradas do afro-beat - o tamanho dos temas é quase pop (quatro, cinco minutos) em vez dos longos dez, quinze minutos que são normais no género - para fazer um excelente álbum de canções, sejam cantadas por ele ou pela maravilhosa Orobiyi Adunni (aka Ayo, a autora do magnífico álbum «Joyful»).
Hoje, com a jovem griot Maimouna Doumbia um programa que nos dá a oportunidade de refletir sobre as diversas realidades da música étnica e como existe em muitos países chamados periféricos, uma música para o mercado externo ou internacional, mais adaptados aos gostos e influências ocidentais, e outro para o consumo doméstico, menos sofisticados e muito mais popular no país, e do qual pouco se sabe além das suas fronteiras.
O DJ das intermináveis noites de Rio de Janeiro, um grande especialista em música brasileira independente, Cheech compõe uma selecção mensal de pérolas tropicais groove, reggae, samba, rock ... Desde a ebulição desta metrópole gigante, capital do swing mais quente, DJ Cheech nós apresenta o seu podcast mensal: uma hora de música e de entrevistas em Português.